
A Toyota acaba de apresentar a nova picape Hilux 2002, fabricada em Zarate (província de Buenos Aires), Argentina. O modelo chega ao mercado nacional com desenho renovado e três novas opções de motorização. Além disso, retorna o modelo com tração 4x2, que deixou de ser trazido ao País no ano passado.
A picape chega com um novo motor de quatro cilindros a gasolina de 2,7 litros e duplo comando no cabeçote (DOCH) e 16 válvulas que desenvolve 142 cv de potência – a Hilux só era oferecida no Brasil com motor turbodiesel. No entanto, essa motorização só conta com tração traseira.
Outra novidade para a linha Hilux é o propulsor diesel de quatro cilindros (OHC) 3.0 que oferece 90 cv de potência.
A terceira motorização, a turbodiesel de quatro cilindros (OHC) 3.0 de 116 cv de potência, é a mesma que equipa o utilitário-esportivo SW4. Mas somente em outubro ela estará disponível na Hilux.
Os propulsores são todos japoneses, mas o diesel e o gasolina são montados na Argentina; o motor turbodiesel já vem pronto do Japão.
Os preços da nova picape partem de R$ 35.963,00 para a versão DX de cabine simples a gasolina 4x2 e R$ 42.513,00 para o modelo com cabine dupla. A versão a diesel mais em conta é a 4x2 para dois ocupantes a R$ 39.261,00 (ou R$ 45.855,99 a DX de cabine dupla) chegando a R$ 57,4 mil a versão SR 4x4 para cinco ocupantes.

Visualmente, a nova Hilux está mais atraente. Ela teve a frente totalmente redesenhada, com grade, conjunto ótico e pára-choques novos. O capô traz vincos mais acentuados reforçando a robustez da picape. Rodas de aço mais largas fazem parte do visual mais esportivo.
Na parte traseira, o perfil externo da caçamba está mais liso, sem os ganchos para fixação de carga (disponíveis apenas na versão DX 4x2 a diesel). Os ganchos auxiliares internos foram mantidos no novo projeto, assim como as dimensões do modelo.
A capacidade de carga da versão de cabine simples é de 1.235 kg, pouca vantagem em relação à picape de cabine dupla, que pode transportar até 1.225 kg de carga.
Interior – A nova Hilux não difere muito da anterior no acabamento. Mesmo as versões mais caras possuem interior despojado. Os materiais utilizados no revestimento dos bancos, portas e teto, bem como na forração do assoalho, são simples, com padronagens discretas e monocromáticas.
Os equipamentos presentes de série em toda a gama são os vidros verdes, estribos, direção hidráulica, faróis halógenos, dois alto-falantes com antena e ar quente. O painel é bastante rudimentar, com pequenas alavancas deslizantes. O quadro de instrumentos traz o essencial, como velocímetro, conta-giros, hodômetro, marcador de temperatura e de combustível.
As versões topo de linha SRV têm como principais melhorias o rádio com toca-discos e quatro alto-falantes, apoios de cabeça dianteiros e traseiros, cintos de três pontos laterais para os passageiros do banco traseiro, além de bolsa inflável apenas para o motorista (para o passageiro não dispõe nem mesmo como opcional).
A versão intermediária SR está presente apenas nos modelos diesel e turbodiesel 4x4 e difere da topo de linha SRV pela ausência de equipamentos, como freios antitravamento, bolsa inflável, trio elétrico e toca-discos.
A nova linha oferece ainda cinco cores: verde-escuro metálico, branca, prata, vermelha e azul-escuro metálico.